Belo fim de semana. Num sábado sem tantas perspectivas, depois de voltar de Belém do São Francisco, recebi um ótimo telefonema, um convite a ir à Salvador, sem pestanejar aceitei e me organizei, desfiz uma mala e fiz outra. Na madrugada do mesmo sábado partimos numa aventura dantesca. Cinco pessoas, pouco dinheiro, e um uno mile 1000.
Uma viagem enorme, parecia que não chegariamos mais. Chegando na capital baiana, haja paciência para andar naquele trânsito de louco. Quem tá na frente sempre tem razão, levam a sério quando dizem que quem bate atrás está sempre errado. Não usam setas, apenas buzina, e sai do meio...
A viagem foi uma ótima aventura, mas a cidade uma decepção. Deprimente ver o Pelourinho abandonado, tantos mendigos e drogados. A praia da Barra sem segurança, suja, o que salvou o dia foi o farol e o pôr do sol. Ficar de frente pra o mar com meu cigarro, meus amigos e uma cerveja foi perfeito, mas evidentemente tinha de haver algo pra estragar. Bexiga cheia, banheiro distante, e o pior de tudo para usar o toilete R$ 3,00, e o pior de tudo ainda aceitam cartão, imaginem a fatura: Urinol: R$ 3,00. Arg.
Salvador deve ter sido melhor, acredito eu. Afinal sempre falam tão bem da cidade, imagino que tenha sido, um dia, o que tantos falam.
A beleza arquitetônica que Salvador possui está às cobras, quantos prédios históricos estão decadentes, aos cacos.
No mais foi uma bela viagem, reunir velhos amigos, apesar dos pesares foi muito bom. Contratempos e picuinhas bestas poderiam ter estragado a viagem, mas o importante é lembrar dos bons momentos.
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