Como pode se reestabelecer um país sem política? É o que observávamos no Haiti pré-terremoto, aquele que hoje jaz em ruínas física, pois há muito já estava em ruínas política.
Seu quadro social falido e defasado, agravado quando extinto o seu exército, entrou em crise e deixou seu povo em pânico e sem controle, a pobreza devastou o país e a violência tomou de conta. A Organização das Nações Unidas, então, num ato de extrema benevolência, e numa estratégica tática de guerra camuflada invadiu o país com sua tropa, ironicamente chamada de “Força de Paz”.
Admito que realmente houvesse, e ainda haja, a necessidade de uma ofensiva para repreender e tentar amenizar a violência na região, mas o que podemos ver é que a medida da ONU nem mesmo de paliativo serviu, só agravou a situação, e prolongou a dor e sofrimento de todo povo.
Numa primeira observação e análise do cenário haitiano, de imediato pode-se tirar uma conclusão, senso comum entre dez de dez pessoas, o problema no Haiti é político, como consequência transparece o social. A ajuda mais inteligente que a ONU poderia dar, com todos os seus diplomatas e doutores em relações e ciências econômicas, políticas e sociais, era auxilio na construção de uma nova política, que preparassem os haitianos, e não os reprimissem domando-os como animais selvagens.
Se essa interpretação de fato tivesse sido percebida, e se esse processo tivesse ao menos sido iniciado, esse desastre natural pudesse ser encarado de frente pelos próprios haitianos, evidentemente que com a mesma perplexidade e tristeza, mas estariam organizados para um melhor atendimento, e talvez as cenas deprimentes de violência de um povo que se encontra numa mesma situação não acontecessem.
Com um exército formado, e uma política implantada o quadro atual, talvez, fosse mais acessível para intervenção de ajuda, sem tantos obstáculos para a chegada dos donativos.
Seu quadro social falido e defasado, agravado quando extinto o seu exército, entrou em crise e deixou seu povo em pânico e sem controle, a pobreza devastou o país e a violência tomou de conta. A Organização das Nações Unidas, então, num ato de extrema benevolência, e numa estratégica tática de guerra camuflada invadiu o país com sua tropa, ironicamente chamada de “Força de Paz”.
Admito que realmente houvesse, e ainda haja, a necessidade de uma ofensiva para repreender e tentar amenizar a violência na região, mas o que podemos ver é que a medida da ONU nem mesmo de paliativo serviu, só agravou a situação, e prolongou a dor e sofrimento de todo povo.
Numa primeira observação e análise do cenário haitiano, de imediato pode-se tirar uma conclusão, senso comum entre dez de dez pessoas, o problema no Haiti é político, como consequência transparece o social. A ajuda mais inteligente que a ONU poderia dar, com todos os seus diplomatas e doutores em relações e ciências econômicas, políticas e sociais, era auxilio na construção de uma nova política, que preparassem os haitianos, e não os reprimissem domando-os como animais selvagens.
Se essa interpretação de fato tivesse sido percebida, e se esse processo tivesse ao menos sido iniciado, esse desastre natural pudesse ser encarado de frente pelos próprios haitianos, evidentemente que com a mesma perplexidade e tristeza, mas estariam organizados para um melhor atendimento, e talvez as cenas deprimentes de violência de um povo que se encontra numa mesma situação não acontecessem.
Com um exército formado, e uma política implantada o quadro atual, talvez, fosse mais acessível para intervenção de ajuda, sem tantos obstáculos para a chegada dos donativos.
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