
. O maior feito do homem não foi a roda, ou a dominação do fogo, o que o homem fez, descobriu de mais importante foi saber que possuía inteligência e por isso diferencia-se do resto dos animais.
Desenvolvendo essa inteligência, dominando o fogo ou inventando a roda, o ser humano desenvolve formas de comunicação, passa a viver em grupos, formam famílias, tornam-se agricultores, percebem o mundo a sua volta. Temem os trovões, raios, relâmpagos, e sem possuírem, ainda, explicações para tais fenômenos começam a inventar divindades, desenvolver religiões.
Deus nasceu do medo. Blasfêmia? Não, apenas uma explicação de como os homens o inventou, e o porquê, por medo do desconhecido. Afinal deus não existiria se o homem não o acreditasse, e para que o homem creia, deve existir, se não houver um suporte natural por trás, o homem precisa inventá-lo, objeto ideal, e para valorá-lo a teologia o transforma em objeto metafísico.
A religião é a atividade cultural mais antiga, desde que o homem tornou-se homem, deixou de ser apenas “animal”, Por ter inteligência, e por agora tornar-se questionador, percebe que há um tempo em que tudo acaba, chega a conclusão que existe algo impensável, a morte. A partir de agora ele é o único animal que sabe que é mortal. E por temer ao que aconteça após a morte, por desconhecer o que acontece quando ela chega, tende a crer numa vida pós-morte, daí o núcleo da religiosidade: Divindades e crença na vida pós-morte.
Inventando o deus, instaurando a religião, passou-se às outras gerações essas crenças, costumes e doutrinas. Visto o poder real, o real poder divino, de persuasão, de domínio, nasceu as religiões que temos hoje, nasceram no intuito de dominar massas, de conquistar o poder, e tudo em nome de deus.
Hoje o mundo é repleto de Católicos, Hindus, Protestantes, Budistas, Mulçumanos e cada um acredita na “sua” verdade, o que é incompreensível, criou-se, da idéia de acreditar que tal religião é melhor que a outra, as guerras santas, com estas os preconceitos, o racismo inventando as raças, as religiões dando poder monárquico e mundial a homens de ganância.
Hoje igrejas, seitas, doutrinas, instituições religiosas ditam nossa política, mandam na economia e em nossos valores morais, porém ainda temos nossos valores éticos, e por sorte ainda há gente que pensa.
Desenvolvendo essa inteligência, dominando o fogo ou inventando a roda, o ser humano desenvolve formas de comunicação, passa a viver em grupos, formam famílias, tornam-se agricultores, percebem o mundo a sua volta. Temem os trovões, raios, relâmpagos, e sem possuírem, ainda, explicações para tais fenômenos começam a inventar divindades, desenvolver religiões.
Deus nasceu do medo. Blasfêmia? Não, apenas uma explicação de como os homens o inventou, e o porquê, por medo do desconhecido. Afinal deus não existiria se o homem não o acreditasse, e para que o homem creia, deve existir, se não houver um suporte natural por trás, o homem precisa inventá-lo, objeto ideal, e para valorá-lo a teologia o transforma em objeto metafísico.
A religião é a atividade cultural mais antiga, desde que o homem tornou-se homem, deixou de ser apenas “animal”, Por ter inteligência, e por agora tornar-se questionador, percebe que há um tempo em que tudo acaba, chega a conclusão que existe algo impensável, a morte. A partir de agora ele é o único animal que sabe que é mortal. E por temer ao que aconteça após a morte, por desconhecer o que acontece quando ela chega, tende a crer numa vida pós-morte, daí o núcleo da religiosidade: Divindades e crença na vida pós-morte.
Inventando o deus, instaurando a religião, passou-se às outras gerações essas crenças, costumes e doutrinas. Visto o poder real, o real poder divino, de persuasão, de domínio, nasceu as religiões que temos hoje, nasceram no intuito de dominar massas, de conquistar o poder, e tudo em nome de deus.
Hoje o mundo é repleto de Católicos, Hindus, Protestantes, Budistas, Mulçumanos e cada um acredita na “sua” verdade, o que é incompreensível, criou-se, da idéia de acreditar que tal religião é melhor que a outra, as guerras santas, com estas os preconceitos, o racismo inventando as raças, as religiões dando poder monárquico e mundial a homens de ganância.
Hoje igrejas, seitas, doutrinas, instituições religiosas ditam nossa política, mandam na economia e em nossos valores morais, porém ainda temos nossos valores éticos, e por sorte ainda há gente que pensa.
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