
Os conceitos da educação não são definidos claramente, isso pode ser observado nas definições que existem nos dicionários, em que não estabelecem uma unidade nas designações do significado de educar, ensinar e aprender, pois existe uma tênue linha que os une.
Mesmo a aprendizagem estando presente em todas as culturas, a relação dela com ensino diverge de uma cultura a outra.
Na antiguidade a aprendizagem fazia-se nos contextos da vida, em que o aprendiz vivia, convivia e aprendia com o mestre, como afirma Rousseau. Sociologicamente como condição de se dar continuidade às gerações, é preciso que se transmitam as experiências acumuladas no tempo. Numa analogia entre cultivar e educar, Montaigne explica que semear é fácil, porém a forma de tratar o que já brotou diverge, é disso que se trata, trabalhar a educação e instrução do homem.
A finalidade da educação, segundo Kant, é desenvolver em cada individuo a perfeição de que ele é susceptível.
Alguns defendem a existência de uma educação ideal, perfeita e universal, porém Durkheim defende que seja impossível tal método, afinal existe uma multiplicidade no que diz respeito às pessoas, há homens de sensibilidade e de ação. Sociologicamente falando a educação sofreu diversas mudanças ao longo do tempo cada sociedade aprimorou ou inventou seu próprio sistema educativo imposto ao individuo. Montaigne atentava para uma prática bastante perigosa e que interfere na educação e na compreensão, que é a de trabalhar para encher memória, a atividade do saber mais. Defendia o saber melhor onde se buscava preencher o entendimento e a consciência.
A melhor maneira de desenvolver é aguçar a criatividade e consciência do aprendiz, afinal, “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou construção.”
Mesmo a aprendizagem estando presente em todas as culturas, a relação dela com ensino diverge de uma cultura a outra.
Na antiguidade a aprendizagem fazia-se nos contextos da vida, em que o aprendiz vivia, convivia e aprendia com o mestre, como afirma Rousseau. Sociologicamente como condição de se dar continuidade às gerações, é preciso que se transmitam as experiências acumuladas no tempo. Numa analogia entre cultivar e educar, Montaigne explica que semear é fácil, porém a forma de tratar o que já brotou diverge, é disso que se trata, trabalhar a educação e instrução do homem.
A finalidade da educação, segundo Kant, é desenvolver em cada individuo a perfeição de que ele é susceptível.
Alguns defendem a existência de uma educação ideal, perfeita e universal, porém Durkheim defende que seja impossível tal método, afinal existe uma multiplicidade no que diz respeito às pessoas, há homens de sensibilidade e de ação. Sociologicamente falando a educação sofreu diversas mudanças ao longo do tempo cada sociedade aprimorou ou inventou seu próprio sistema educativo imposto ao individuo. Montaigne atentava para uma prática bastante perigosa e que interfere na educação e na compreensão, que é a de trabalhar para encher memória, a atividade do saber mais. Defendia o saber melhor onde se buscava preencher o entendimento e a consciência.
A melhor maneira de desenvolver é aguçar a criatividade e consciência do aprendiz, afinal, “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou construção.”
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